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domingo, 23 de julho de 2017

Estudo do livro de Levítico

Muito interessante! A irmã Lúcia traduziu este material que tem origem norte americana. Um verdadeiro presente para os curiosos que desejam saber mais sobre o povo de Israel e sua peregrinação no deserto. Já separei para impressão e posterior estudo com meu filho de 9 anos. Fica a dica.
Aqui postei apenas as 5 primeiras. No blog da irmã Lúcia vocês encontrarão as demais. Bons estudos!!
 Link:
No caminho certo
Pinterest:Culto e EBD infantil pinterest








domingo, 20 de maio de 2012

Ilustrações(histórias e comparações) pra mensagens e aulas

 

A FUNÇÃO DAS ILUSTRAÇÕES

    "Muitos Pregadores acreditam que uma ilustração para ser boa deve ser uma bela e inesquecível história.

    É evidente que uma história inesquecível é de grande valor, porém, toda ilustração que cumpre a sua FUNÇÃO é boa.

   
É preciso, então, entender A Função das Ilustrações é:

    TORNAR CLARO O ASSUNTO MEDIANTE EXEMPLOS.
    Ilustrar é dar exemplos.
    Ilustrar é comparar.

    Quando o Pregador compara o que ele está explicando com algo que o ouvinte já conhece, na verdade, ele está ilustrando o seu Sermão. O ser humano aprende por meio de associação e comparação.
    Por mais simples que seja a comparação, ela sempre traz benefícios: Dão clareza e vida ao Sermão, tornam o Sermão interessante, dão ênfase à verdade e concedem uma pausa à mente dos ouvintes (aumentando sua atenção).
    Imagine, por exemplo, que você está tentando explicar para os índios de uma tribo recém contatada, que nunca saiu de sua aldeia, o que é e como funciona o telefone celular que você acabou de usar. Como lhes explicar a emissão, a captação e a conversão de sinais tão especializados? Ou, então, os satélites colocados pela humanidade ao redor da Terra?
   
   
Então, você olha ao redor e procura algo próprio da cultura deles que possa ajudá-lo a lhes explicar o assunto.

    Você decide que o melhor jeito é fazer uma comparação:
    O telefone celular é um tipo de comunicação semelhante aos sinais de fumaça ou aos tambores utilizados por vocês, com a diferença de que, ao invés de enviar sinais de fumaça ou o som dos tambores, este aparelho envia e recebe a voz humana.

    Você não explicou o que é um telefone celular (exatamente), mas, sem dúvida alguma, conseguiu fazê-los entender como ele funciona e para que serve. E fez isto comparando o telefone com algo da cultura indígena (os sinais de fumaça ou os tambores)."
Por:  Pr Franco em Site do pastor


Boas ilustrações você poderá encontrar em:
http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes.htm

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Livros: "O Fator Melquisedeque" e "O livro no travesseiro". O que têm em comum?


O primeiro é uma biografia do Missionário norte-americano Adoniram Judson, indicado para organizações missionárias, tais como Mensageiras do Rei da Igreja Batista,... O segundo, diria, é uma leitura obrigatória pra todo cristão. Mas, o que têm em comum? Simples pra quem já leu os dois livros: um completa o outro. A história de Judson sob a ótica de quem envia o missionário no primeiro livro e a história sob a visão de quem fica à espera dos enviados. Pra quem lê o primeiro livro somente, a perspectiva do reino é dura, mas quando se lê o segundo tudo se explica. Adoniram passou maus bocados na Birmânia(sudoeste da China). Ele sentiu o chamado de Deus pra ir, foi, perdeu sua família,..., sofreu tudo o que tinha por uma causa que à princípio parecia perdida, sentiu-se fracassado e somente após 7 anos de pregação houve apenas 1 conversão, então, o que fazer? Ele sentiu no coração o desejo de traduzir a bíblia para o Birmanês e isso, aliado a uma conversão de um ladrão, mudou a história da Birmânia.
Deixo aqui minha sugestão aos conselheiros de Adolescentes, pré-adolescentes, Juniores e, também, a líderes de organizações missionárias: façam um estudo sobre a vida desse missionário utilizando-se dos 2 livros.
O primeiro (O livro no travesseiro) completo e o segundo (O Fator Melquisedeque) da pág: 61 à 88.
Lojas que vendem: UFMBB e Loja ERDOS
Boa leitura!

Livro no travesseiro

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A arte de contar histórias

Por que contar história?
Contar histórias é um meio muito eficiente de transmitir uma ideia, de levar novos conhecimentos e ensinamentos. É um meio de resgatar a memória. Todo bom contador de histórias deve ser também um bom ouvinte de si mesmo, do mundo e de outras pessoas. O contador deve ser sensível para ouvir e falar. Contar simplesmente porque gosta de contar. O narrador deve estar ciente de que o importante é a história.
As crianças gostam de ouvir seus avós, pais, etc. contando histórias bíblicas, de fadas, da vida deles mesmos e de quando eram crianças. É preciso fazer uma seleção do que contar, levando-se em conta o interesse do ouvinte, a sua faixa etária e a lição que quer trazer ao ouvinte. Alguns pontos precisam ser considerados em cada faixa etária:
3 a 4 anos – idade do fascínio: Os textos devem ser curtos e atraentes, pode-se usar gravuras de preferência grandes. Histórias que tenham bichos, brinquedos e objetos e usem expressões repetitivas.
5 a 6 anos – idade realista: Histórias da vida real, falando do lar etc. Os textos devem ser curtos e ter muita ação, o enredo deve ser simples. Até os 6 anos a criança gosta de ouvir a mesma história várias vezes.
7 a 9 anos – idade fantástica: Gosta de histórias de personagens que possuem poder, histórias de aventuras, humorísticas e vinculadas à realidade.
10 a 12 anos – idade heróica: Narrativas de viagens, explorações, relatos históricos e preocupação com os outros e fábulas.
Como trabalhar uma história?
Selecionar – Procurar dentro daquilo que se quer ensinar ou de acordo com o contexto da aula que será dada; pesquisar até encontrar algo que toque o contador de maneira especial. Se for uma história que já veio no material, leia várias vezes buscando encontrar nela algo especial que toque o contador, porque é só assim que ela será transmitida autenticamente ao público.
Recriar – Não se deve pegar uma história e contá-la como vem escrita, é preciso passá-la para a linguagem oral. Saiba contar a história e não apenas decorá-la.
Ensaiar– não se deve repetir nem exagerar nos gestos e movimentos. A voz deve ser aquecida para garantir um tom adequado; O olhar deve ser dirigido para todos os lados e para todos os ouvintes; Corrigir os vícios de linguagem, tais como: então, né, daí e outros.
Estrutura – deve seguir estas 4 fases:
1. Introdução: deve ser rápida, interessante apresentando os personagens sem divagação. Ex: há muito tempo, era uma vez…
2. Desenvolvimento: são contados os fatos essenciais com bastante ação.
3. Clímax: ponto de maior emoção da história.
4. Conclusão: Aqui você deve ter maior atenção, pois na conclusão é que transmitimos a lição, o ensinamento para quem ouve.
A preparação do ambiente é necessária?
A preparação do ambiente é muito importante. Se o contador está numa sala de aula, deve fazer algo que mostre que naquele momento será contada uma história, chamando assim a atenção dos ouvintes para o momento. Como? Usando um objeto sobre a mesa ou um lenço jogado no ombro etc. O contador deve se prevenir contra ruídos e interrupções. Enfim, encontrar uma posição agradável.
Quais são os elementos necessários para se contar uma história?
Os seguintes elementos são fundamentais na contação de histórias:
Emoção – O contador deve gostar do que faz e do que vai contar; deve antes navegar na história para depois transmiti-la.
Expressão – é muito importante, o olhar deve transmitir o que está sendo falado, daí a importância de olhar para todos os ouvintes. Você pode se expressar durante a história com música, barulhos de objetos, com o corpo, tudo que deixe a história mais atrativa, mas sem exageros.
Improvisação – Caso o contador se esqueça de uma parte da história, deve encontrar um modo de continuá-la, por isso a importância de saber o esqueleto da história e não decorá-la.
Espontaneidade – O conhecimento da história oferece ao contador segurança, naturalidade, desibinição e espontaneidade para a contação.
Credibilidade – O contador não deve denunciar o seu erro.
Voz – é um elemento dramático e essencial; é o instrumento de trabalho do contador. Por isso deve observar o seguinte:
1. Altura – muito bem calculada para caracterizar os personagens.
2. Volume – é a variação entre forte e fraco, mostrando as emoções dos personagens.
3. Ritmo – é a variação de velocidade.
4. Pausa – é o silêncio no meio da fala, para dar o clima de suspense, mas não pode comprometer o significado das frases.
Procurar usar palavras de fácil compreensão para o público ouvinte.
Quais as formas para se apresentar uma história?
Simples narrativa – É a mais fascinante de todas as formas, a mais antiga, tradicional e autêntica expressão do contador de histórias.
Histórias narradas com auxílio do livro - Narrar com o livro, não ler a história. O narrador deve saber a história e vai contando com suas palavras. O livro fica aberto voltado par as crianças, à altura de seus olhos. As páginas são viradas vagarosamente para que elas possam ver as gravuras
Com gravuras - Através delas as crianças observam detalhes que contribuem para a organização dos pensamentos e de criação.
Com fantoches - São um convite a imaginação da criança, do jovem e do adulto. Pode-se também ensinar a criar fantoches e através dele contar cada um a sua história.
Flanelógrafo - O personagem entra e sai de cena.
Painéis, recortes, carimbos ou dobraduras
O recurso utilizado irá depender do número de ouvintes e do espaço físico que está disponível. Para cada situação um recurso que melhor se encaixe com o público ouvinte.
Quais atividades podem ser desenvolvidas a partir da história?
Dramatização: após o término da história, reúna as crianças para juntos encenarem o que acabaram de ouvir.
Trabalhos manuais: Recortes, dobraduras, colagem, pintura, atividades manuais que lembrem o que foi contado.
Brincadeiras, jogos e atividades que complementem o ensino passado.

Fonte: Site Evangeliza Brasil

terça-feira, 22 de março de 2011

Barquinhos + Música






 
Vede, cautelosamente vai um barquinho a vagar
E o vento que é o seu motor, nunca o deixa afundar
Minha vida é assim também. 
Não vive no mar, mas vive a vagar
Sou como um barquinho cruzador, 
Mas só quem me conduz é o Senhor!

História de Jonas - confecção de uma baleia de bexiga

Achei essa idéia maravilhosa, principalmente para as crianças miúdas. Não tenho o pap, mas não é difícil de fazer. Você irá precisar de  bexigas, um molde de personagem bíblico (se for o do visual da história melhor ainda, pois não confundirá o pequeno), durex, canetinhas hidrocor e de retroprojetor (que não apagam em superfície de borracha), lápis de cera,... e linha. Já pensou em montar um cenário de fundo do mar pra contar a história? Você monta 2 peixes: 1 deles com o Jonas dentro e outro sem o Jonas. Ah, não se esqueça de arrumar um barquinho, vou postar moldes de alguns.
Grande abç!
Ana

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Tv de papelão

Vamos fazer um programa de televisão?


Vais precisar:
- 1 caixa de cartão do tamanho de um televisor
- 1 tesoura sem bicos
- materiais de desenho – lápis de carvão, marcadores, tintas, etc.
- brinquedos para criar o cenário

 


Como fazer:
1. Começa por recortar o ecrã de televisão: faz um buraco na caixa, à frente

2. Desenha os botões na frente da caixa e pinta a tua televisão de cartão

3. Pensa no teu programa de televisão. O que vais fazer? Um filme, um programa de notícias? Quantos actores vais precisar? Precisas de música?

4. Escolhe os elementos do cenário, que é tudo aquilo que se vai ver no programa

5. Faz um buraco na parte de cima da televisão para poderes colocar os elementos do cenário

6. Agora que esta tudo pronto, podes fazer o teu programa de televisão. Convida alguém para assistir.


Para os teus pais:
Esta actividade ajudará a criança a reflectir sobre os programas que vê na televisão. Mesmo acompanhando, diariamente, o que a criança vê na televisão, nem sempre conseguimos perceber quais as implicações efectivas que os programas têm na sua vida emocional: assuntos que não consegue compreender ou compreende mal, coisas que lhe metem medo e ela não é capaz de explicar, etc. As actividades de faz-de-conta ajudam a criança a exprimir muitas destas emoções e, se focarmos essa actividade no conteúdo televisivo, podemos compreender alguns dos efeitos que esses conteúdos podem ter na sua vida.

 

Outras tipos e formas de fazer vc encontrará em:

http://escoladominical.net/forum/viewtopic.php?f=58&t=2957